Linha do tempo: o caso Castra+ e o que ele significa para as cidades
· 4 min de leitura

O caso do Castra+ e dos 'cães fantasmas' avançou rápido em junho de 2026. Para o leitor das cidades atendidas, organizamos os marcos em ordem cronológica, destacando, a cada etapa, o que isso muda (ou não) para os serviços locais de castração.
20 de junho — a reportagem
O Metrópoles publica que parte dos microchips do Castra+ paulista não foi localizada no cadastro nacional, usando o termo 'cães fantasmas' e citando emendas à CHC. O foco é São Paulo.
A resposta da entidade
A CHC atribui as inconsistências a instabilidades do SinPatinhas e nega prejuízo ao erário, afirmando que não há pagamento sem comprovação. Diz ainda que a apuração não atinge as unidades de outros municípios.
A apuração federal
O Ministério do Meio Ambiente informa que vai apurar e notificar a entidade. É etapa de verificação — não de condenação.
Para as cidades atendidas: até aqui, nada indica interrupção dos mutirões e atendimentos locais.
Nos municípios, a rotina segue
Enquanto o caso paulista é apurado, as ações locais de castração, adoção e atendimento veterinário continuam. Para agendas específicas, o leitor deve confirmar com a secretaria responsável na sua cidade.
Pontos principais
- ✓20/06: reportagem usa o termo 'cães fantasmas' e cita emendas à CHC
- ✓CHC responde: falha do SinPatinhas, sem prejuízo ao erário
- ✓Ministério do Meio Ambiente abriu apuração sobre o programa paulista
- ✓Serviços locais de castração seguem normalmente até o momento