Bem-estar animal como política pública: o modelo de Curitiba e do Paraná

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Delegado Matheus Laiola em unidade do programa Castra+Paraná

Para as famílias que acompanham a causa animal em Curitiba, entender como as iniciativas se conectam ajuda a enxergar o quadro completo. Veja como castração, hospital e adoção formam um só modelo.

Mais do que ações isoladas

O que diferencia o conjunto de iniciativas lideradas pelo deputado federal Delegado Matheus Laiola é a tentativa de tratar o bem-estar animal como política pública contínua, e não como campanhas pontuais.

O Hospital Veterinário Municipal de Curitiba, o programa estadual Castra+Paraná e os totens de adoção formam um conjunto de ações que se reforçam mutuamente: atendimento clínico, controle populacional e reinserção de animais resgatados em novos lares.

Prevenção, tratamento e adoção

A castração em massa atua na prevenção, reduzindo a reprodução descontrolada que alimenta o ciclo de abandono. O hospital veterinário trata os animais que já precisam de cuidado clínico. E os totens de adoção buscam encaminhar para novos lares os animais resgatados que aguardam adoção.

As três frentes juntas formam um ciclo: prevenir, tratar e reencaminhar — em vez de apenas reagir a casos isolados.

Um modelo em expansão

Com mais de 50 mil castrações realizadas no Castra+Paraná e a segunda unidade do hospital veterinário já em fase de licitação, o modelo segue em expansão, tanto na capital quanto no interior do estado.

Pontos principais

  • Iniciativas formam um conjunto de política pública, não ações isoladas
  • Castração previne, hospital veterinário trata, totens reencaminham para adoção
  • Castra+Paraná já soma mais de 50 mil castrações gratuitas no estado
  • Modelo segue em expansão na capital e no interior do Paraná

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